Entenda sobre o sarampo, que voltou a ter casos no Brasil

As famílias brasileiras estão com um dilema: a volta do sarampo. Doença infecciosa aguda, o sarampo é provocado por vírus, grave e transmitida pela fala, tosse e espirro. A doença é extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina, e se caracteriza principalmente por febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, tosse, coriza, conjuntivite e manchas brancas na mucosa bucal.

Vem chamando a atenção das autoridades sanitárias o aumento no número de casos em São Paulo. Números recentes indicam que aumentou em 36% os casos confirmados desde a semana passada. O último balanço da Secretaria de Saúde paulista divulgado no dia 20 de agosto indicava o registro de 1.797 casos, contra 1.319 ocorrências na semana anterior.

O Ministério da Saúde, em seu último boletim do dia 21 de agosto, anunciou que mais sete estados tiveram casos confirmados de sarampo: Pernambuco, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Sergipe e Piauí. A Secretária de Saúde do Distrito Federal também divulgou uma nota que confirma que três pessoas foram infectadas pelo vírus na unidade federativa.

Confira as informações abaixo sobre a doença:

O QUE É SARAMPO?

É uma doença infecciosa aguda transmitida por um vírus, caracterizada por manchas na pele. Estava erradicada no Brasil e voltou porque as pessoas deixaram de se vacinar.

COMO É TRANSMITIDO?

A transmissão acontece pela saliva, carregada pelo ar (quando a pessoa tosse, fala ou espirra). Ou seja, é altamente contagiosa.

QUAIS OS SINTOMAS?

Febre alta (acima de 38,5°C), manchas vermelhas na cabeça e no corpo, tosse, dor de cabeça, coriza e conjuntivite.

SARAMPO PODE MATAR?

Sim. É uma doença que traz complicações graves, inclusive neurológicas, e pode levar à morte. Também pode deixar sequelas como a surdez.

COMO É O TRATAMENTO?

O doente é isolado e apenas os sintomas são tratados. Por isso, a vacinação é a ferramenta mais eficaz no combate à doença.

O QUE FAZER EM CASO DE SUSPEITA?

Encaminhar o paciente a um serviço de saúde, que por sua vez notificará a vigilância epidemiológica para que esta vacine quem teve contato com o doente.

QUEM DEVE SE VACINAR?

Bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias devem tomar a dose da campanha e as duas do calendário nacional de imunização, aos 12 meses e 15 meses; crianças e jovens de até 29 anos precisam ter tomado duas doses da vacina -- quem tem de 30 a 59 anos, apenas uma dose. A maioria das pessoas com mais de 60 anos não precisa da vacina, pois já teve contato com o vírus. Na dúvida sobre ter ou não tomado a vacina na infância, é melhor tomá-la agora. Não é preciso levar a carteirinha de vacinação.

Em ações de bloqueio, quando identificado caso suspeito da doença, todos devem tomar a vacina, que é uma imunização pontual.

ONDE É FEITA A VACINAÇÃO?

Em postos de saúde e, durante a campanha, em pontos anunciados pelo governo.

QUAIS AS REAÇÕES À VACINA?

Febre e dor no local da injeção, com possível inchaço. Não há reações neurológicas.

QUEM NÃO PODE SE VACINAR?

Gestantes, transplantados, quem faz quimioterapia e radioterapia, ou usa corticoides ou tem HIV com CD4 menor que 200. Alérgicos a ovo e lactantes podem tomar a vacina.

POR QUANTO TEMPO A VACINA VALE?

Para quem completou as duas doses (ou uma dose até 1989), vale pela vida toda.

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